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Dicas de DVD

Posted by fjpaulo em fevereiro 7, 2009

Com a chegada do final de semana, selecionamos oito filmes – uns para distrair e outros para pensar – que podem ser encontrados facilmente nas prateleiras das locadoras e lojas nacionais. Confira:

E.T. – O Extraterrestre é clássico de Spielberg

E.T. – O Extraterrestre
Ano: 1982
Direção: Steven Spielberg

Quem não se lembra da cena em que a bicicleta do menino Elliot (Henry Thomas), guiada pelos poderes do simpático E.T., sobrevoa a floresta e passa diante da da imponente lua cheia? Lançado em 1992, E.T. – O Extraterrestre é, ao lado de Star Wars, um dos responsáveis pela popularização do gênero Sci-fi em Hollywood.

Com efeitos especiais avançados para a época – até hoje eles convencem -, E.T. conta a história de um pequeno extraterrestre que se perde na Terra e procura abrigo, sendo abordado pelo menino Elliot. A amizade entre os dois cresce e logo eles passam a ficar conectados, sem saber que uma organização secreta está à procura do ser do outro planeta.

O Bebê de Rosemary
Ano: 1968
Diretor: Roman Polanski

Um apartamento fantasmagórico, um casal de velhos malucos e uma mulher recém-casada. Em 1968, Polanski assustou platéias com uma precisão de mestre. São mais de 2 horas de extensos diálogos que vão juntando, aos poucos, as peças de um quebra-cabeça. Antes de ser um filme de terror, porém, O Bebê de Rosemary é quase uma trama investigativa, que deixa o espectador vidrado em busca de uma única curiosidade: como seria o bebê do próprio diabo?

Alice no País das Maravilhas Ano: 1951
Direção: Clyde Geronimi, Wilfred Jackson e Hamilton Luske

Clássico dos estúdios Disney, Alice foi incompreendido no seu lançamento, por não prender as atenções das crianças, na época, seu público-alvo. Pouco tempo depois, a animação tornou-se item obrigatório dos cinéfilos. Os devaneios de Alice em um país encantado são discutidos até hoje. Há quem diga que o autor do conto original, Lewis Carroll, estava retratando o crescimento de uma menina em sua fase mais confusa: a adolescência. Outros afirmam que o conto faz referências claras a teorias matemáticas. Os mais modernos acreditam que Alice estava mesmo é dopada de ácido quando passou a ter as estranhas alucinações. Mais divertido que isso, só assistindo ao filme – que adapta muito bem o conto de Carroll – e criando suas próprias teorias.

O Mágico de Oz Ano: 1939
Diretor: Victor Fleming

A versão de Victor Fleming de O Mágico de Oz não é a primeira adaptação do livro de L. Frank Baum, mas é com certeza uma das mais marcantes passagens do cinema na década de 30. Além da encantadora história, O Mágico de Oz aperfeiçoou a técnica Technicolor e criou cores vibrantes em uma época que o cinema era quase sempre feito em preto e branco. A cena em que a pequena Dorothy (Judy Garland) canta Over The Rainbow é sem dúvida uma das mais belas passagens musicais da das telonas e segue imortal e absoluta na memória de muita gente.

O Grande Ditador Ano: 1940
Diretor: Charles Chaplin

Irônico como nunca em sua carreira, Charles Chaplin desafiou o governo americano com uma história que faz claras referências a Hitler. Lançado em meio a Segunda Guerra Mundial, o filme mostra o talentoso cineasta e artista interpretando os dois protagonistas: o ditador Adenoid Hynkel e o barbeiro Judeu. Preconceitos e crises políticas são retratadas com uma clareza que faz a comédia ganhar tons dramáticos. Se o branco e preto não lhe atrai – argumento quase irrelevante -, assista apenas pelo contexto histórico: esse foi o filme que fez Chaplin ser expulso dos Estados Unidos.

2001 – Uma Odisséia no Espaço Ano: 1968
Diretor: Stanley Kubrick

Com uma trilha de dar arrepios, 2001 – Uma Odisséia no Espaço ainda é uma crônica dos dias de hoje, mais de quarenta anos depois de seu lançamento.

Ironizando a raça humana, com essa obra, Kubrick fez previsões quase exatas de como seria o futuro: foi o primeiro a citar a inteligência artificial e a lançar a idéia de que o homem poderia pisar na lua, mais de um ano antes desse feito realmente acontecer.

Terra em Transe Ano: 1967
Diretor: Glauber Rocha

Referência clara à ditadura militar brasileira, Terra em Transe é item obrigatório para quem quer entender a evolução do cinema nacional. Glauber acertou ao criar uma trama política, que fazia tanto sentido na época, como faz agora.

O filme foi censurado em todo o território nacional no ato de seu lançamento, por ironizar a doutrina política e a religião. As injustiças sociais aqui mostradas são quase uma aula de história que faz compreender a situação econômica do País até hoje. Alheio às questões políticas, Terra em Transe é um grande filme que merece ser visto várias vezes. Sensações diferentes são sempre garantidas.

Bonequinha de Luxo Ano: 1961
Diretor: Blake Edwards

Referência para muitas garotas “pomposas”, Bonequinha de Luxo é uma divertida crônica sobre uma prostituta que sonha achar um homem milionário para tornar-se seu marido, mas acaba se apaixonando pelo vizinho pobre, que tem suas mordomias bancadas por uma mulher.

Além de engraçado, Bonequinha de Luxo marca a ascensão de Audrey Hepburn em Hollywood e é o típico clássico cuja referência saiu das telas e passou a influenciar na moda e nas atitudes de toda uma geração.

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